" Find me here
and speak to me
I want to feel you
I need to hear you
you are the light
that's leading me
to the place
Where I find peace
Again
you are the strength
that keeps me walking
you are the hope
that keeps me trusting
you are the life
to my soul
You are my purpose
you're everything.
And how can I
stand here with you
and not be moved by you?
Would you tell me
how could it be?
Any better than this yeah
You calm the storms
and you give me rest
you hold me in your hands
you won't let me fall
you still my heart
and you take my breath away
would you take me in
take me deeper now
And how can I
Stand here with you
and not be moved by you?
Would you tell me
how could it be?
Any better than this
And how can I
stand here with you
and not be moved by you?
Would you tell me
how could it be?
Any better than this
Cause you're all I want
you're all I need
you're everything
everything
You’re all I want
you're all I need
you're everything
everything
you're all I want
you're all I need
you're everything
everything
you're all I want
you're all I need
you're everything
everything
And how can I
stand here with you
and not be moved by you?
Would you tell me
how could it be?
Any better than this
And how can I
stand here with you
and not be moved by you?
Would you tell me
how could it be?
Any better than this
would you tell me
how could it be
any better than this? "
Já não sou uma menina.
Então porque não param de me tratar como tal?
« Onde vais? Com quem vais? Quando vais? Quando chegas? Quanto tempo demoras? Vais de carro? Porquê? »
AHHHH!
Os anos passam. A menina deixa de ser a menina do papá. Deal with that! Vê! Abre os olhos! As coisas mudaram! Ela já não é uma menina. É uma mulher. Tem novos interesses, novos amigos, um amor. Quer estar com ele. Porquê tanta pergunta?
Sempre foi assim. Sempre há-de ser assim.
Os filhos nascem, crescem e saem dos ninhos. Procuram a sua independência. Porquê tentar resistir? Porque fingir que aqui em casa não há-de ser assim?
Como conseguir a independência?
Como dizer que se quer sair de casa, morar sozinha? Gosto da segurança de uma casa cheia de pessoas, ter alguém com quem falar, alguém que faça aquelas coisas que sempre estiveram feitas para nós, mas parece que ultimamente já não penso em outra coisa senão sair... A privacidade, um cantinho só nosso. Estar à vontade. Não ter horas para jantar, almoçar, acordar, deitar... Não ter horários fixos! Liberdade!
Será isto o primeiro passo? Pensar seriamente em sair?
Existe uma idade para sair? Um momento? E como damos com ele?
Fathers be good to your daughtersDaughters will love like you doGirls become lovers who turn into mothersSo mothers be good to your daughters tooComo agir quando duas pessoas não gostam uma da outra?
Quando são da mesma família e não gostam uma da outra? Quando têm que morar na mesma casa e não se falam nem gostam uma da outra?
Como ficam as outras pessoas no meio desta situação? Tomar partido ou não? Tentar resolver tudo para que o ambiente melhore ou deixar a situação correr e se resolver por si, porque quanto mais se fala sobre o assunto, mais discussão gera?
O que fazer?
Ajuda, precisa-se.
Como sou então ?
A - amiga
B - bruno nogueira lol (já me disseram que as minhas piadas eram à bruno nogueira)
C - calma (antes da tempestade)
D - doida por miminhos
E - empenhada
F - (por vezes) feliz
G - giraça
H - hum…
I - irritante, irónica
J - joaninha
L - leitora assídua
M - mazinha e má lingua
N - “nada nada..”
O - olhos verdes
P - princesa
Q - querida
R - resmungona
S - sarcástica
T - touro
U - utópica
V - verdadeira
X - xis
Z - zzz…
Sou assim. Eu. De A e Zzz... ![]()
Agora já me conheces.
Nada melhor que um mau dia para ditar o começo de um blog.
Um dia bom também seria agradável mas ultimamente esses dias devem andar em greve.
E porquê?
Esta necessidade de comunicar. de mandar ca para fora tudo o que nos consome, tudo o que nos corta a respiração. Tudo aquilo que precisamos de dizer, de gritar ao mundo ou a alguém em particular para não explodir.
Mas porquê?
Um blog… um blog… Também podia ser um diário… ou um amigo.
Os diários são chatos, vazios, impessoais…
Os amigos tão longe em distância!
Para quê?
Falta-me alguém com quem partilhar sentimentos… Alguém que me entenda. Será que o “mundo” me entende?
E então?
Vou experimentar! ![]()